#6TermasParaArtrite Reumatóide 

 


#TermasSaúdeMaisNatural sugere-lhe 6 Termas de Portugal, de norte a sul do país, indicadas para a prevenção, controlo e reabilitação da Artrite Reumatóide:

 

 

1 - Termas de S. Pedro do Sul  | tel. 232 720 300 

 

2 - Termas das Taipas em Guimarães  |  tel.253 577 898

 

3 - Termas de S. Jorge em Stª. Maria da Feira  |  tel. 256 910 360

 

4 - Termas Alcafache em Viseu  |  tel. 232 479 797

 

5 - Termas de Cabeço de Vide |  tel. 245 634 206

 

6 - Termas de Chaves  | tel. 276 332 445

 

 

 

BOAS RAZÕES PARA AS TERMAS SEREM COMPARTICIPADAS 

PerplexasIncrédulas e algumas mesmo Revoltadas, assim se têm mostrado muitas pessoas que se nos têm dirigido, depois de solicitar, desde o início deste ano, ao seu Médico de Família a Prescrição para fazer Tratamentos Termais Saúde, comparticipados no SNS e têm obtido como resposta: este ano a comparticipação já não existe! Afinal, o que se passa?

 

Perante o silêncio das entidades responsáveis e a perplexidade de milhares de pessoas que voltaram às Termas em 2019 ou que o planeiam fazer em 2020, Termas Saúde Mais Natural apurou junto de fontes fidedignas, que os responsáveis estão a procurar garantir que o Orçamento Geral do Estado garanta, na Especialidade, verbas para a comparticipação do SNS nas Termas e que, noutro âmbito, a análise sobre os resultados do Projeto Piloto que enquadrou a reintrodução da comparticipação do SNS nas Termas, depois de 8 anos de suspensão, conclua positiva e rapidamente os seus trabalhos, aprovando os ajustamentos que se mostraram necessários (como a vigência de apenas 30 dias das Prescrições Médicas).

 

Naturalmente, esta nova interrupção da presença das Termas no SNS é crítica. As Termas e os cidadãos mostraram em 2019, apesar de todas as fragilidades do processo de reintrodução das Termas no SNS, que a Opção Termal de Saúde é uma vontade inequívoca, natural e irreversível, a exemplo do que acontece na Europa desenvolvida: por isso mesmo se bateram recordes de frequência em diversas Termas e se esgotaram todas as verbas alocadas ao SNS para a comparticipação nas Termas em 2019! Esta Plataforma vai continuar a informar e a dar voz aos cidadãos que exigem que o SNS os não discrimine e garanta a sua comparticipação nos Tratamentos Termais de Saúde.​

#TermasSaúdeMaisNatural dá-lhe #5Termas de Outono! A nossa escolha seguiu dois critérios essenciais: as Termas escolhidas devem estar abertas durante todo o outono, ou no mínimo, na sua maior parte; devem ter uma tabela de preços com épocas diferenciadas e assim praticar preços mais baixos no outono.

 

Caldas da Felgueira

 

 

#1 termas

 

Alcafache

 

 

#2 termas

 

#2 termas

 

Caldelas 

 

As Águas Termais são um medicamento natural reconhecido pela Organização Mundial de Saúde. Se os medicamentos químicos convencionais são comparticipados pelo SNS, por maioria de razão o deverão ser os Tratamentos Termais.​

As Águas Termais foram discriminadas durante 7 anos, entre 2011 e 2018, quando deixaram de ser comparticipadas pelo sistema de saúde. Em 2019, o Projeto-Piloto repôs as comparticipações, agora no SNS, mas apenas com 12 meses de validade, sendo a “experiência” avaliada no primeiro trimestre de 2020! Se necessário fosse, 2019 demonstrou que os portugueses querem Fazer Termas, querem optar por um medicamento natural na prevenção e tratamento de múltiplas patologias com base na evidência científica e empírica das Águas Termais. Termas Discriminadas, nunca mais!​

As Águas Termais, quando integradas numa Cura Termal de Saúde favorecem e induzem uma diminuição parcial ou mesmo total, no uso de medicamentos químicos convencionais, com claras vantagens para a Saúde, para a qualidade de vida dos cidadãos e para a despesa do Estado em medicamentos. ​

No Outono pode beneficiar de Preços Mais Baixos nas Termas. É a Vantagem 4 de fazer Termas de outono. Os meses de outubro, novembro e dezembro coincidem, em muitas Termas, com as Épocas Média e Baixa. Por isso, os preços dos Tratamentos Termais baixam entre 10% e 40%. É uma vantagem significativa! Por exemplo, uma Cura Termal de 12 dias pode baixar, em média, cerca de 100 €… variando conforme as tabelas de preços e descontos das épocas média e baixa de cada estância termal. Se a isto juntar a comparticipação do SNS de 35%, esta é uma opção inteligente para não deixar de fazer Termas por razões monetárias. Não esqueça que ao fazer Termas, vai passar, naturalmente, um inverno com mais e melhor saúde, mais livre de medicamentos químicos e do seu custo, de idas em crise ao hospital, de faltas e baixas por doença. Fazer Termas de Outono é optar por uma via mais moderna e natural de prevenir e controlar problemas de Saúde e também uma opção mais económica de controlar a sua doença ou prevenir uma melhor saúde. Escolha as Termas Certas para o seu caso pessoal (nós estamos aqui para a/o ajudar). Depois é só Marcar Consulta Médica Termal nas termas escolhidas e solicitar ao seu Médico de Família a Prescrição para Fazer Termas. 

As Águas Termais ao substituírem, parcial ou totalmente, os medicamentos químicos convencionais, permitem, também, enormes poupanças nos custos de prevenção, controlo e cura das doenças das respetivas indicações terapêuticas: mais prevenção e menos crises, doenças crónicas controladas, menos idas aos hospitais, menor consumo de medicamentos, menos faltas à escola e ao trabalho.​

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado não está a aumentar a fatura dos custos da Saúde! Está, antes pelo contrário, a promover a #Saúde, a poupar e a diminuir a sua despesa em medicamentos e fármacos convencionais, em intervenções cirúrgicas e hospitais, em repetidas baixas médicas e em ausências na escola e no trabalho.​

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado não está a aumentar a fatura dos custos da Saúde! Está, antes pelo contrário, a promover a Saúde, a poupar e a diminuir a sua despesa em medicamentos e fármacos convencionais, em intervenções cirúrgicas e hospitais, em repetidas baixas médicas e em ausências na escola e no trabalho.​

As Águas Termais ao substituírem, parcial ou totalmente, os medicamentos químicos convencionais, permitem, também, enormes poupanças nos custos de prevenção, controlo e cura das doenças das respetivas indicações terapêuticas: mais prevenção e menos crises, doenças crónicas controladas, menos idas aos hospitais, menor consumo de medicamentos, menos faltas à escola e ao trabalho.​

As Águas Termais foram discriminadas durante 7 anos, entre 2011 e 2018, quando deixaram de ser comparticipadas pelo sistema de saúde. Em 2019, o Projeto-Piloto repôs as comparticipações, agora no SNS, mas apenas com 12 meses de validade, sendo a “experiência” avaliada no primeiro trimestre de 2020! Se necessário fosse, 2019 demonstrou que os portugueses querem Fazer Termas, querem optar por um medicamento natural na prevenção e tratamento de múltiplas patologias com base na evidência científica e empírica das Águas Termais. Termas Discriminadas, nunca mais!​

As Águas Termais são um medicamento natural reconhecido pela Organização Mundial de Saúde. Se os medicamentos químicos convencionais são comparticipados pelo SNS, por maioria de razão o deverão ser os Tratamentos Termais.

As Águas Termais, quando integradas numa Cura Termal de Saúde favorecem e induzem uma diminuição parcial ou mesmo total, no uso de medicamentos químicos convencionais, com claras vantagens para a Saúde, para a qualidade de vida dos cidadãos e para a despesa do Estado em medicamentos. ​

Ao comparticipar nos Tratamentos Termais, o SNS está a apoiar e a incentivar uma opção - a opção termal de saúde – que é ecológica, moderna e sustentável, porque assente num produto natural [Águas Termais], diminuindo assim a pegada ecológica resultante da utilização de fármacos não naturais.​

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado está a apoiar e a incentivar uma opção - a Opção Termal de Saúde – que assenta na utilização de um produto não importado, que é uma riqueza nacional de Portugal: as Águas Termais.​

Ao comparticipar nos Tratamentos Termais, o SNS está a apoiar e a incentivar uma opção - a opção termal de saúde – que é ecológica, moderna e sustentável, porque assente num produto natural [Águas Termais], diminuindo assim a pegada ecológica resultante da utilização de fármacos não naturais.​

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado está a apoiar e a incentivar uma opção - a Opção Termal de Saúde – que assenta na utilização de um produto não importado, que é uma riqueza nacional de Portugal: as Águas Termais.​

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado está a apoiar o desenvolvimento económico e social de muitas regiões do Interior de Portugal, onde se localizam a maior parte das Termas de Portugal e onde estas são a principal fonte de riqueza, atratividade turística e motor da economia local, criando emprego e fixando pessoas.​

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado está a apoiar o desenvolvimento económico e social de muitas regiões do Interior de Portugal, onde se localizam a maior parte das Termas de Portugal e onde estas são a principal fonte de riqueza, atratividade turística e motor da economia local, criando emprego e fixando pessoas.​

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado recoloca Portugal na Europa, a par dos países como a Alemanha, a França, a Espanha ou a Itália, entre outros, que dispõem de Águas Termais, utilizam-nas em prevenção e tratamento em múltiplas áreas de Saúde e comparticipam, através dos respetivos Sistemas Nacionais de Saúde, nos Tratamentos Termais.

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado concretiza um dos direitos fundamentais inscritos na Constituição e na Carta dos Direitos Humanos: o Direito à Saúde! A comparticipação do SNS nos Tratamentos Termais garante um maior e melhor acesso à Saúde, nomeadamente através da prevenção e tratamento das mais variadas patologias, de forma Natural e dispensando ou reduzindo a utilização de fármacos agressivos quer para o organismo humano, quer para o meio ambiente.

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado recoloca Portugal na Europa, a par dos países como a Alemanha, a França, a Espanha ou a Itália, entre outros, que dispõem de Águas Termais, utilizam-nas em prevenção e tratamento em múltiplas áreas de Saúde e comparticipam, através dos respetivos Sistemas Nacionais de Saúde, nos Tratamentos Termais.

Ao comparticipar, através do SNS, nos Tratamentos Termais, o Estado concretiza um dos direitos fundamentais inscritos na Constituição e na Carta dos Direitos Humanos: o Direito à Saúde! A comparticipação do SNS nos Tratamentos Termais garante um maior e melhor acesso à Saúde, nomeadamente através da prevenção e tratamento das mais variadas patologias, de forma Natural e dispensando ou reduzindo a utilização de fármacos agressivos quer para o organismo humano, quer para o meio ambiente.